Associação Comercial aguarda decisão da Prefeitura sobre estacionamento

Pesquisa sobre proposta de ampliação de vagas de Zona Azul realizada com comerciantes foi entregue para a Secretaria Municipal de Transportes

Após concluir o processo de consulta pública a comerciantes de sete regiões da cidade, a direção da ACMC – Associação Comercial de Mogi das Cruzes aguarda as definições da Secretaria Municipal de Transportes sobre a ampliação do sistema de Estacionamento Rotativo (Zona Azul). A proposta da Prefeitura de implantar a Zona Azul nos locais onde a atividade empresarial tem crescido divide opiniões, segundo a pesquisa da ACMC. A expectativa é de que a definição do assunto seja divulgada em novembro.

As ruas cotadas para ampliação do Estacionamento Rotativo estão localizadas no Jardim Santista, Braz Cubas, Centro, Mogilar, Jardim Esplanada, Parque Monte Líbano e Centro Cívico. Em agosto, a ACMC promoveu duas reuniões presenciais com técnicos da Prefeitura para detalhar as propostas de Zona Azul aos comerciantes dessas regiões. Além disso, foram feitas consultas pelo telefone e também pela internet.

A ACMC cumpriu sua missão de intermediar e defender os interesses do comércio. Fizemos todo o esforço para consultar os comerciantes, pois entendemos que o estacionamento interfere diretamente na atividade empresarial, e mesmo com a falta de participação de representantes de algumas regiões, a expectativa é de que a nossa contribuição respalde a tomada das melhores decisões pela Prefeitura”, ressaltam os diretores da ACMC, Mohamad Issa e Roberto Assi.

Entre os locais em que os comerciantes são favoráveis a implantação da Zona Azul estão as Ruas Francisco Afonso de Melo, Dr. Deodato e Isidoro Boucault, em Braz Cubas; Rua Campos Salles, no Jardim Santista; e Ruas Dr. Corrêa, 1º de Setembro, Capitão Paulino Freire, Maestro Julio Ernesto de Oliveira, Manoel Urbano, Cel. Cardoso Siqueira e Ipiranga, no Centro. Por sua vez, os comerciantes são contrários ao estacionamento rotativo nas Ruas Professora Leonor de Oliveira Melo e Engenheiro Eugênio Motta, no Jardim Santista; na Rua Navajas, no Centro; e na Rua Cabo Diogo Oliver, no Mogilar.

Nos locais onde a participação do comércio foi mínima ou nem existiu, caberá a Prefeitura a definição, de acordo com estudos técnicos. A expectativa é de que ainda em novembro isso seja divulgado e esperamos que a opinião dos comerciantes que participaram do processo de consulta prevaleça”, concluíram os diretores da ACMC.

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