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Varejo do Estado de SP cresceu 1,6%

Lojas de departamento, eletrodomésticos e eletrônicos tiveram o melhor desempenho

 

De janeiro a julho de 2017, o volume de vendas do comércio do Estado de São Paulo cresceu 1,6% sobre igual período do ano passado, segundo a pesquisa ACVarejo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O segmento que mais se destacou no período foi o de lojas de departamento, eletrodomésticos e eletrônicos (14,1%).

“Apesar de heterogêneos, os resultados do varejo paulista para os sete primeiros meses de 2017 sinalizam de forma nítida a recuperação do setor, que pode ser creditada à base fraca de comparação, à redução dos juros, à elevação dos prazos de financiamento, aos recursos do FGTS e à recomposição do poder de compra das famílias, a qual resulta da forte desaceleração da inflação e do início da retomada dos empregos formais”, declara Marcel Solimeo, superintendente institucional da ACSP.

“A retomada do setor deverá ser cada vez mais significativa, em linha com a continuidade da redução dos juros pelo Banco Central”.

Quatro dos nove setores avaliados pela pesquisa ACVarejo exibiram crescimento nos volumes comercializados de janeiro a julho, frente ao mesmo período de 2016.

Além das já citadas lojas de departamento, eletrodomésticos e eletrônicos (14,1%), destacaram-se autopeças e acessórios (8,7%), concessionárias de veículos (6,1%) e lojas de móveis e decorações (6%). “São setores que estão se beneficiando da redução dos juros e do aumento dos prazos de financiamento”, diz Solimeo.

Em sentido contrário, as maiores quedas foram nas lojas de vestuário, tecidos e calçados (-2,4%) ― porém, o segmento cresceu 6,5% em julho ― e nos supermercados (-0,9%).

Regiões

Nos sete primeiros meses do ano, o volume de vendas do varejo aumentou na maioria das regiões do Estado, com destaque para as regiões de Jundiaí (7,9%), Sorocaba/Vale do Paranapanema (5,5%), Ribeirão Preto/Baixa Mogiana/Franca (5,5%) e Araraquara (4,9%). Em outras regiões, como a Metropolitana do Alto Tietê, onde fica a ACMC, os resultados melhoraram, mas permanecem negativos em -3,5%, enquanto a Metropolitana Oeste tem -2,2% e Presidente Prudente -1,2%.


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