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Queda no movimento preocupa o comércio

Divulgação: Ney Sarmento/PMMC

Setor constata redução nas vendas na véspera de datas importantes para o varejo: Dia dos Namorados e Festas Juninas

 

A paralisação dos caminhoneiros continua gerando reflexos na cidade. Além do desabastecimento, que afeta principalmente os setores alimentícios e de combustíveis, no comércio é grande a preocupação com a queda de movimento, num momento de baixa atividade econômica e de reaquecimento do consumo. A Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC) apurou que muitas lojas já constatam redução nas vendas e teme os impactos negativos em duas importantes datas do varejo – o Dia dos Namorados e as Festas Juninas.

“São comemorações importantes para as vendas do comércio e que, não fosse o quadro atual, estaria começando a mobilizar os consumidores. Agora, essa falta de movimento de pessoas nas ruas e de abastecimento prejudica uma economia local, já afetada pelas dificuldades da última crise”, afirma Silvio Moraes, vice-presidente da ACMC. “É importante buscar atenuar os prejuízos buscando alternativas para atrair os consumidores”, acrescenta.

Consultas feitas pela ACMC junto ao comércio revelam que nos setores de roupas e calçados a maioria das lojas possui estoques para atender os consumidores e não há alterações de preços. O principal  problema tem sido mesmo a redução no fluxo de pessoas nas ruas desde que a paralisação dos caminhoneiros começou e, principalmente, em decorrência da falta de combustíveis.

No setor de alimentos, algumas dificuldades começam a ser superadas. Nos supermercados não chegou a ocorrer falta generalizada de produtos e no segmento de hortaliças e legumes, o abastecimento tem ocorrido em menor quantidade e com veículos pequenos. Para substituir produtos como batata e tomate – que estão mais escassos e com preços mais altos – alguns estabelecimentos estão apostando em abóboras, inhames e batata doce.

Nos açougues, alguns estabelecimentos já esgotaram o estoque e até fecharam as portas, enquanto não há previsão de abastecimento. Permanecem funcionando aqueles que ainda têm mercadorias estocadas para venda.

Nas padarias a situação é parecida. Quem tem estoque está conseguindo manter as atividades e relata também queda no movimento. Em algumas há falta de produtos como frios e laticínios. Os postos de combustíveis também já começam a ser reabastecidos.

“Cada estabelecimento deverá fazer suas contas, mas não há dúvidas de que o prejuízo é generalizado e que essa paralisação está causando impactos negativos para todos, os quais ainda vão se estender por dias”, conclui o vice-presidente da ACMC.

A estimativa da Federação do Comércio é de um prejuízo diário de R$ 1 bilhão no comércio varejista do Estado de São Paulo.


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