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ACMC pede calma a consumidores e orienta comerciantes

Expectativa é de que serviços sejam normalizados; setores mais afetados são restaurantes, supermercados, feiras e postos de combustíveis. Ausência de consumidores nas ruas preocupa

 

A direção da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC) pede cautela aos consumidores neste período de crise provocada pela paralisação dos caminhoneiros e orienta os comerciantes a buscarem alternativas para driblar as dificuldades geradas pelo momento. A entidade também tem expectativa de que a situação possa ser contornada nas próximas horas, ainda que os reflexos se estendam por dias. Para o comércio, os principais problemas são o esvaziamento das ruas e a falta de alguns produtos. A Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio) estima que o prejuízo diário do comércio varejista no Estado alcance R$ 1 bilhão, levando em conta os bens não duráveis, como alimentos, remédios e combustível.

“A nossa orientação é que o consumidor tenha calma e não entre em pânico porque ainda não existe uma falta generalizada de produtos, mas é importante que se mantenha informado o tempo todo para acompanhar eventuais mudanças deste quadro. Para o comerciante, é importante ele buscar alternativas de abastecimento, com compras fracionadas ou mesmo compartilhadas com outros estabelecimentos e usar veículos menores para o transporte”, ressalta o empresário Silvio Moraes, vice-presidente da ACMC.

Em Mogi das Cruzes, os setores do comércio mais afetados pela crise até o momento são o alimentício (supermercados, restaurantes, padarias e feiras) e o de combustíveis. Nos supermercados, por exemplo, está mais comprometido o abastecimento de hortifrutigranjeiros e carnes.

“Quem tem estoque está colocando ele nas prateleiras, de forma que ainda não há uma falta generalizada de produtos ou mesmo aumento abusivo de preços. O problema maior é que o movimento de consumidores diminuiu muito e à medida que essa greve se estende, maiores são os prejuízos e a consequência no preço das mercadorias”, avalia o dirigente. “Esperamos que os líderes dessas paralisações entendam o limiar entre penalizar a população e atingir os objetivos do movimento”, acrescenta o vice-presidente da ACMC.


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